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ODILON MORAES "O cartunista Sempé é um pouco como Briggite Bardot e Charles Aznavour. Trata-se de uma instituição nacional que adquiriu um apelo universal permanecendo essencialmente francês."THE NEW YORK TIMES" Tal como os meus, os seus desenhos não produzem gargalhada imediata, mas devem ser observados com muita atenção, inclusive pensados. Digamos que o considero um irmão não de leite, porque só estive uma vez com ele, mas sim de tinta."QUINO"Conhecer o trabalho de Jean-Jacques Sempé leva a colocar um ponto final na ideia de que o cartum e as artes plásticas não podem coexistir harmonicamente na mesma obra. Desde 1978, Sempé, tesouro nacional na França, contribuiu com mais de cem capas e outros tantos cartuns para a The New Yorker. Ele é um talento ímpar, combina a sofisticação de Steinberg, o olhar certeiro de Thurber, e o senso de luz e cor de um mestre da pintura."THE NEW YORKER
Serviço
Marcelinho Pedregulho
Jean-Jacques Sempé (texto e ilustrações)
Tradução: Mario Sergio Conti
128 páginas; 65 ilustrações - R$ 45,00 (em média)
Editora Cosac & Naify
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