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terça-feira, 27 de julho de 2010

Geração Beat - Vários autores


A Geração Beat foi o fenômeno literário mais importante da segunda metade do século XX. Influenciou não apenas a literatura e as artes, mas a sociedade como um todo. A abrangência de sua atitude e pensamento ajudou a construir muito do que nosso mundo tem de melhor – o pensamento ecológico, a crescente liberdade sexual e de comportamento, a valorização das culturas ameríndias e orientais. Esse volume especial da Coleção Encontros traz as melhores entrevistas dos expoentes dessa geração.

Serviço:
Geração Beat
Vários autores
Tradução: Sergio Cohn
248 páginas - R$ 24,90 (em média)
Editora Azougue

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Escritos sobre cinema - André Setaro


Escritos sobre cinema: trilogia de um tempo crítico, de André Setaro, traz para os leitores um valioso acervo de informações, análises e reflexões sobre a arte cinematográfica, produzidas ao longo de 34 anos de crítica diária em jornais baianos. O projeto editorial é de três volumes: o primeiro traz depoimentos, crônicas, artigos e resenhas críticas sobre filmes, atores e diretores representativos da Sétima Arte, no Brasil e em diversos países. O segundo volume, dedicado integralmente ao cinema baiano, é um documento relevante sobre a arte cinematográfica na Bahia. O terceiro é dedicado integralmente à linguagem cinematográfica e consiste em um subsídeo teórico para todos aqueles que quiserem entender o cinema enquanto forma de expressão artística, possibilitando a formação do cinéfilo.

Serviço:
Escritos sobre cinema
André Setaro
656 páginas - R$ 65,00 (em média)
Editora Azougue

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Serras da Desordem - Daniel Caetano


Serras da Desordem, é um longa-metragem incomum. Ao contar fatos reais da vida de Carapiru, um índio awá-guajá, o cineasta Andra Tonacci discute também as relações entre documentário e ficção.

Serviço:
Serras da Desordem
Daniel Caetano
144 páginas - R$ 25,90 (em média)
Editora Azougue

Koxuk Xop - Ana Alvarenga


Este livro traz à luz a força do olhar feminino de fotógrafas Tikmãu’ãun de Aldeia Verde. A câmera aparece como um terceiro corpo sensível em contiguidade com espíritos e mulheresem uma relação plena de cumplicidade, da qual emanam imagens fixadas em retinas cheias de memória ancestral. O que talvez fosse proibido aos olhos das mulheres parece repousar em seus olhares internos, revelando a potência daquilo que nenhuma ação devastadora foi capaz de destruir ou apagar. Makunaima Grita!

Serviço:
Koxuk Xop
Ana Alvarenga
136 páginas - R$ 89,00 (em média)
Editora Azougue

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Escritos sobre cinema - André Setaro


Escritos sobre cinema: trilogia de um tempo crítico, de André Setaro, traz para os leitores um valioso acervo de informações, análises e reflexões sobre a arte cinematográfica, produzidas ao longo de 34 anos de crítica diária em jornais baianos. O projeto editorial é de três volumes: o primeiro traz depoimentos, crônicas, artigos e resenhas críticas sobre filmes, atores e diretores representativos da Sétima Arte, no Brasil e em diversos países. O segundo volume, dedicado integralmente ao cinema baiano, é um documento relevante sobre a arte cinematográfica na Bahia. O terceiro é dedicado integralmente à linguagem cinematográfica e consiste em um subsídeo teórico para todos aqueles que quiserem entender o cinema enquanto forma de expressão artística, possibilitando a formação do cinéfilo.

Serviço:
Escritos sobre cinema
André Setaro
R$ 65,00 (em média)
Editora Azougue

segunda-feira, 17 de maio de 2010

A moda e o novo homem - Flávio de Carvalho


Em 1956, o arquiteto e artista plástico Flávio de Carvalho escreveu uma série de artigos para o Diário de São Paulo, intitulada A moda e o novo homem. Nela Apresentava sua teoria sobre as trasnformações da moda através do tempo, naquilo que depois chamaria de "dialética da moda". Em consequência dessa reflexões, Flávio de Carvalho criou o "new look de verão" , uma vestimenta que considerava adequada ao clima tropical e que causou escândalo ao ser apresentada ao público nas ruas de São Paulo. O presente volume reúne pela primeira vez em livros os artigos publicados no jornal, acrescidos da palestra realizada no Seminário de Tropicologia de Gilberto Freyre, em 1967, sobre "trópico e vestuário".

Serviço
A moda e o novo homem
Flávio de Carvalho
303 páginas - R$ 42,00 (em média)
Editora Azougue

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Cultura Digital.br


A cultura digital está transformando em profundidade todos os fazeres e saberes da humanidade, e o Brasil desemplenha papel central nesse processo. Como já disse Richard Barbrook, um dos maiores especialistas na área, o Brasil colocou “pela primeira vez o Hemisfério Sul em posição central no debate sobre as tecnologias digitais”. Cultura digital.br, ao dar voz para importantes brasileiros em atuação na área, sobre temas como política, economia, estrutura, arte, comunicação e memória no contexto digital, se torna um livro imprescindível para todos aqueles que desejam pensar ativamente as questões e potencialidades do nosso tempo.

Entrevistados: Alfredo Manevy, André Lemos, André Parente, André Stolarski, André Vallias, Antonio Risério, Bernardo Esteves, Claudio Prado, Eduardo Viveiros de Castro, Eugênio Bucci, Fernando Haddad, Franklin Coelho, Gilberto Gil, Guido Lemos, Hélio Kuramoto, Jane de Almeida, Juca Ferreira, Ladislau Dowbor, Laymert Garcia dos Santos, Lucas Santtana, Marcelo Tas, Marcos Palácios, Ronaldo Lemos, Sergio Amadeu e Suzana Herculano-Houzel.

Serviço
Cultura Digital.br
Organização: Rodrigo Savazoni e Sergio Cohn
312 páginas - R$ 42,00 (em média)
Editora Azougue

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Cinema e Anarquia


Cinema e Anarquia – uma história “obscura” do cinema na França (1895-1935) se destaca por sua originalidade temática, pela visada teórico-crítica e principalmente pela diversidade da abordagem, como uma metodologia criativa, abarcando ideias políticas, periódicos libertários, arquivos institucionais, filmes militantes e de vanguarda, e a crítica e a teoria cinematográficas. O livro é um convite ao cinema, para que vejamos novamente esses filmes com um olhar mais generoso, um olho na tela e outro na história. Sem ser sisudo, é uma introdução, uma primeira abordagem para quem deseja atravessar o espelho da anarquia e ver as deformações do mundo e da história.

Serviço
Cinema e anarquia
Isabelle Marlnone
240 páginas - R$ 36,00 (em média)
Editora Azougue

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Pelas letras, um econtro com a magnitude de Oiticica

Hélio Oiticica é reconhecido internacionalmente como um artista plástico de primeira grandeza. A sua obra e seu pensamento continuam influenciando o melhor de nossa produção cultural.

O presente livro, volume da Coleção Encontros dedicado a Hélio Oiticica, ao reunir de forma inédita suas principais entrevistas e depoimentos, é um documento fundamental para a compreensão de sua trajetória e de nossa história recente.

Pela sua magnitude, por tão novo ter vindo ao mundo da arte e também tão novo ter deixado a Terra, Hélio se tornou um mito. E sobre os mitos, sabemos que muito se inventa. E ninguém melhor para desmitificá-lo do que ele mesmo. Assim, trazemos em suas palavras um pensamento rigoroso e desafiador, marca de Hélio Oiticica.

Hoje no Rio de Janeiro existe o Centro de Arte Hélio Oiticica, e na Galeria Tate Modern, em Londres, Hélio é o único artista em exposição permanente. Nos anos 1950 Hélio Oiticica estuda pintura com Ivan Serpa, inicia seus Metaesquemas e funda no final da década o grupo Neoconcreto, ao Lado de Lygia Clark, Ferreira Gullar e outros artistas. Faz parte do Grupo Nova Objetividade na primeira metade dos anos 1960, quando se descola da tela plana para encontrar do espaço, nos objetos e na performance seu campo investigação e invenção. Ainda nos anos 1960 se liga aos artistas que fariam a Tropicália, nome dado em função de uma obra deste artista. Realiza na Whitechapel Gallery em Londres, o projeto Éden. Em 1970 Recebe uma bolsa da Fundação Guggenheim e muda-se para Nova York, onde fica até 1978. Morre em 1980 no Rio de Janeiro.

Serviço
Encontros Hélio Oiticica
Organização: César Oiticica Filho, Sergio Cohn e Ingrid Vieira
280 páginas - R$ 29,90 (em média)
Editora Azougue

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O cinema, a entrevista e Ismail


Ismail Xavier é um dos mais importantes pensadores do nosso cinema. Nas entrevistas aqui reunidas, Ismail, deixando de lado sua discrição metodológica habitual, enfatiza um tipo de interpretação formal que privilegia as conexões entre história, cinema e ideologia. “A teoria do cinema não está isolada e deve dialogar com os mais diversos contextos da reflexão estética; nesse sentido, a teoria que se apóia na pesquisa histórica, e inversamente a realimenta, tem um papel fundamental de contraponto face ao que emerge do debate sobre a cultura e a sociedade contemporânea.”

Com 24 anos Ismail passa a integrar o corpo decente do Departamento de Cinema na Escola de Comunicações da USP. Sua tese de mestrado Sétima arte: um culto moderno, defendida em 1975 e orientada por Paulo Emílio Salles Gomes é publicada em 1978.Em sua tese de doutorado, orientado por Antonio Candido, discute o estilo de Glauber Rocha, em 1980 publicada como Sertão mar: Glauber Rocha e a estética da fome. Realiza PhD e pós-doutorado na New York University, Em 1993 Publica Alegorias do subdesenvolvimento: Cinema Novo, Tropicalismo, Cinema Marginal, sua tese de livre docência. Em 2003 publica O olhar e a cena.

Serviço
Encontros
Ismail Xavier
Organização: Adilson Mendes
296 páginas - R$ 29,90 (em média)
Editora Azougue

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Minima Moralia, Adorno.


A filosofia de Theodor Adorno é considerada uma das mais complexas do séc. XX. Pertencente à famosa Escola de Frankfurt, Adorno fundamenta sua filosofia na perspectiva dialética. Minima Moralia é um dos grandes clássicos do pensamento europeu no século XX, e reaparece em nova tradução, de Gabriel Cohn, após longa e sentida ausência no mercado editorial brasileiro. A Azougue Editorial preparou uma edição de luxo para os aforismos escritos pelo autor. E Gabriel Cohn guia os leitores pela mão num texto que encerra o livro – Alguns problemas de leitura e tradução de Minima Moralia. Todos os que se interessam pelas marcas que o mundo tal como é deixa na vida cotidiana têm o que pensar nesse conjunto de pequenos textos agudos e provocantes.

Serviço
Minima Moralia
Theodor W. Adorno
Tradução: Gabriel Cohn
264 páginas - R$ 58,00 (em média)
Editora Azougue Editorial