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segunda-feira, 31 de maio de 2010

A Segunda Guerra Mundial - Philippe Masson


A geopolítica global nunca mais foi a mesma depois da Segunda Grande Guerra. Em maior medida que o primeiro conflito, a guerra de 1939-1945 merece ser chamada de mundial. Isso porque mobilizou a tota-lidade das forças morais e físicas dos beligerantes, provocando o desenvolvimento de sistemas de propaganda e de economia de guerra num nível jamais alcançado antes. Além disso, as operações aconteceram em cenários variados - Europa, norte da África, Oriente Próximo, Extremo Oriente e Pacífico - e exigiram novos sistemas de armas, modificando definitivamente os dados táticos e estratégicos. Esse conflito "fora das normas" também foi absoluto, não somente pela extensão dos massacres, pelo emprego de meios de destruição em massa ou pelo desencadeamento das paixões, mas também por seu desfecho: a capitulação total dos vencidos.

Além de uma completa cronologia das batalhas e acordos deste sombrio episódio do século xx, Philippe Masson faz uma análise aprofundada do conflito, destacando suas características estratégicas, geopolíticas, logísticas, econômicas e humanas. Esta obra, que favorece as leituras múltiplas, é indicada para todos aqueles - amantes da história, militares, diplomatas, estudantes e professores - que se interessam pela guerra mais importante que a humanidade já vivenciou.

Serviço:
A Segunda Guerra Mundial
Philippe Masson
640 páginas - R$ 69,90 (em média)
Editora Contexto

Os 11 maiores centroavantes do futebol brasileiro - Milton Leite


No futebol, podemos nos esquecer de tudo, menos do nome daqueles que fazem gols. Daí os centroavantes serem a essência do futebol, já que entram em campo com a função de marcar gols. Podem ser clássicos ou grossos, elegantes ou desengonçados, desde que façam gols. E no livro Os 11 maiores centroavantes do futebol brasileiro estão os maiores, segundo o jornalista e narrador de tv Milton Leite. Não é apenas uma lista, mas as histórias desses heróis que escreveram (e ainda escrevem) páginas inesquecíveis da história do futebol. Leônidas, Ademir de Menezes, Vavá, Mazzola, Coutinho, Tostão, Reinaldo, Roberto Dinamite, Careca, Romário e Ronaldo, são craques que revelaram estilos distintos, mas aterrorizaram defesas, provocaram ansiedade nos torcedores dos times adversários e muitas explosões de alegria para a galera de suas equipes.

E como sempre acontece na coleção “Os 11 maiores”, da Editora Contexto, grandes personalidades do esporte como Luiz Mendes, Teixeira Heizer, Zagallo, Mário Travaglini, Pepe, Dirceu Lopes, Toninho Cerezzo, Zico, Müller, Mauro Silva e Carlos Alberto Parreira foram entrevistadas para falar dos geniais centroavantes retratados na obra. O resultado da “partida” é um mergulho delicioso na memória do futebol brasileiro, na vida de tantos personagens de feitos notórios e que, no dia a dia de tantos jogos, muitas vezes acabamos esquecendo.

O leitor está convidado a conhecer histórias, por meio de um relato admiravelmente bem escrito e de entrevistas exclusivas e reveladoras, num livro ricamente ilustrado. Um verdadeiro passeio pelas histórias e gols desses 11 maiores centroavantes do futebol brasileiro.

Serviço:
Os 11 maiores centroavantes do futebol brasileiro
Milton Leite
272 páginas - R$ 35,00 (em média)
Editora Contexto

terça-feira, 27 de abril de 2010

Os 11 maiores laterais do futebol brasileiro - Paulo Guilherme


Eles são os pulmões dos times, atacam, marcam, batem faltas e fazem gols. Nesse livro da Editora Contexto, o mais recente da coleção "Os 11 maiores", o leitor poderá conhecer os melhores laterais do país: de Djalma e Nilton Santos até Cafu e Roberto Carlos, passando pelo capitão Carlos Alberto Torres, por Nelinho, Wladimir, Júnior, Leandro, Branco e Leonardo. Um timaço para ninguém botar defeito.

Cada vez mais os laterais se fazem importantes nos esquemas táticos das equipes. A posição é a que mais evoluiu no futebol mundial. De meros marcadores dos pontas adversários, os laterais foram se transformando em homens de todo terreno, ampliando suas fronteiras dentro dos esquemas táticos traçados pelos treinadores. Viraram alas, assumindo também funções na armação das jogadas. Ajudaram, assim, a sacramentar a “morte” dos pontas na tática das equipes. Aproveitaram a evolução da medicina esportiva e dos métodos de preparação física para se tornarem os grandes atletas de um time.

No livro Os 11 maiores laterais do futebol brasileiro (Editora Contexto), escrito pelo jornalista Paulo Guilherme, temos a oportunidade de conhecer ou de nos lembrar dos maiores laterais que já passaram pelos campos do nosso país. Para cada jogador selecionado o autor entrevistou uma personalidade esportiva. Dessa forma, o perfil do lateral é enriquecido com relato de quem o viu atuando.

Confira abaixo a relação dos capítulos de Os 11 maiores laterais do futebol brasileiro. Um livro imperdível e de tirar o fôlego. Afinal, laterais bons correm sem parar os 90 minutos, batem faltas, escanteios, defendem, chutam e fazem gols.

1. Nilton Santos: o homem que fez do futebol uma enciclopédia – Entrevista: Amarildo
2. Djalma Santos: força física e um fôlego inesgotável – Entrevista: Pepe
3. Carlos Alberto Torres: as glórias do eterno capitão – Entrevista: Clodoaldo
4. Nelinho: a arte de chutar com força e precisão – Entrevista: Wilson Piazza
5. Wladimir: o menino que virou ídolo da Fiel – Entrevista: Basílio
6. Júnior: técnica e classe das areias para os gramados – Entrevista: Zico
7. Leandro: unanimidade para quem entende de futebol – Entrevista: Raul Plassmann
8. Branco: suor e lágrimas a serviço da seleção – Entrevista: Ricardo Gomes
9. Leonardo: o lateral que se transformou em camisa 10 – Entrevista: Raí
10. Cafu: o incansável capitão do penta e dos recordes – Entrevista: Zetti
11. Roberto Carlos: as polêmicas de um craque galático – Entrevista: Zagallo

Serviço
Os 11 maiores laterais do futebol brasileiro
Paulo Guilherme
272 páginas - R$ 35,00
Editora Contexto

Os 11 maiores camisas 10 do futebol brasileiro - Marcelo Barreto

Dunga está em dúvida, mas Marcelo Barreto não. Ronaldinho Gaúcho está na seleção dos melhores camisas 10 de todos os tempos. Juntamente com: Zizinho, Pelé, Ademir da Guia, Rivellino, Dirceu Lopes, Zico, Raí, Neto, Rivaldo e Kaká.

O jornalista e apresentador Marcelo Barreto, quebrou a cabeça e recorreu à infância para escolher Os 11 maiores camisas 10 do futebol brasileiro, lançado pela Editora Contexto. “Nos meus times de futebol de botão, o camisa 10 era a tampinha de relógio ou o galalite que melhor conseguia encobrir o goleiro com a bolinha”, relembra o autor. O autor concluiu que camisa 10, por mais paradoxal que pareça, não é uma camisa, mas uma posição. “É a cara do futebol brasileiro”. Cada história é acompanhada de uma entrevista com personalidades do esporte e ao final um posfácio escrito por Zico: O Galinho de Quintino.

O primeiro capítulo, Zizinho: um camisa 10 no tempo em que o futebol não tinha números ¬– o único da lista que não teve Pelé como referência de camisa 10 – mostra como era o futebol-arte dos anos 1950. A entrevista é com o meio campista Gerson. A seguir foi a vez do homem que deu alma, vida e estigmatizou o 10. Coube a Zagallo descrever o atleta do século XX no capítulo Pelé: o maior jogador de todos os tempos inventou a camisa 10. Barreto revela como a camisa 10 foi parar no corpo de Pelé e as lendas, os bastidores e os fatos que transformaram o menino em Rei.

No terceiro capítulo, Ademir da Guia: o maestro de duas Academias do futebol, o autor apresenta o jogador símbolo do Palestra Itália, aquele que comandava toda uma equipe não com batutas, mas com chuteiras. O entrevistado foi o goleiro Leão, selecionado para o livro Os 11 maiores goleiros do futebol brasileiro. E o próprio Ademir da Guia concedeu entrevista para falar de outro grande camisa 10 no capítulo seguinte, Rivellino: o Reizinho que conquistou muito mais fora do Parque. Dono de um chute poderoso e dribles desconcertantes, Riva ganhou o respeito e a admiração de Maradona. No quinto capítulo, Dirceu Lopes: livre como um passarinho para brilhar ao lado de Tostão, encontramos a história de um gênio que parou as conquistas do Santos nos anos 1960 e ajudou a colocar o Cruzeiro na lista dos grandes clubes brasileiros. Seu parceiro de time, Tostão, que estará no livro Os 11 maiores centroavantes do futebol brasileiro, foi o incumbido de retratar o companheiro em entrevista.

Em Zico: o Galinho que Pelé apontou como sucessor da camisa 10 está a trajetória de glórias e decepções do maior ídolo do Flamengo, um mágico com a camisa amarela, que infelizmente não ganhou nenhuma das três Copas que disputou. O seu grande amigo, o lateral Junior (retratado em Os 11 melhores laterais do futebol brasileiro), foi o entrevistado desse sexto capítulo e revela como era o Galinho na vida e em campo. E por falar em grandes amigos, outro lateral que estará no livro do jornalista Paulo Guilherme, Leonardo, é o entrevistado no capítulo seguinte para falar do craque Raí: de irmão de Sócrates a campeão mundial, galã e ídolo tricolor. O garoto de Ribeirão Preto, que quase foi jogador do Corinthians, marcou toda uma geração de torcedores no São Paulo de Telê Santana e conquistou a França no PSG. O oitavo capítulo, Neto: sempre polêmico, brigando com a balança e conquistando a Fiel, teve como entrevistado o Rei de Roma: Falcão (destaque em Os 11 maiores volantes do futebol brasileiro). Neto, um líder dentro de campo e exímio batedor de falta, era um jogador romântico em plena época de profissionais.

Os três últimos jogadores têm algumas coisas em comum: atuaram juntos com a camisa brasileira e foram campeões mundiais. Em Rivaldo: menino simples, astro avesso à mídia, jogador que conquistou o mundo, Marcelo Barreto conta como o rapaz humilde, mas de toques refinados encantou o planeta da bola. O entrevistado foi Luiz Felipe Scolari, que apostou no seu futebol em 2002, quando muitos não acreditavam mais. O décimo capítulo retrata o jogador Ronaldinho Gaúcho: comparado a Pelé e dado como aposentado. Tudo muito depressa, que anda frequentando todas as rodas de discussão em bares e na mídia. O entrevistado foi Wanderley Luxemburgo. Por fim, coube ao técnico Parreira descrever o jovem que deixo o Morumbi para encantar os gramados do Velho Mundo e hoje é e uma das esperanças da nossa seleção na Copa da África do Sul. A história desse garoto está no capítulo Kaká: muito mais do que um bom moço, campeão na seleção e na Europa.

Entre botões e gramados, Marcelo Barreto conseguiu elaborar uma seleção de ídolos e jogadores acima da média. Os 11 maiores camisas 10 do futebol brasileiro é mais um livro da coleção 11 maiores..., na qual a Contexto já retratou os técnicos e que até maio deste ano ainda terá no time as obras com os melhores laterais, goleiros, volantes e centroavantes.

Serviço
Os 11 maiores camisas 10 do futebol brasileiro
Marcelo Barreto
256 páginas - R$ 35,00 (em média)
Editora Contexto

sábado, 17 de abril de 2010

100 Viagens Que Toda Mulher Precisa Fazer - Stephanie Elizondo Griest


'100 Viagens Que Toda Mulher Precisa Fazer' une os conhecimentos e as experiências de uma viajante que carimbou vários passaportes e agora oferece algumas anotações, para que outras possam colocar o pé na estrada com o mesmo espírito feminino. O leitor entrará em comunhão com os espíritos das heroínas do passado no México e no Egito; atravessará as estepes da Mongólia montada em um cavalo miniatura; mergulhará e colherá pérolas em Bahrain; tomará um banho de lama em um vulcão colombiano; dançará com a magia do vodu na África Ocidental; devorará chocolates em Bruxelas; aprenderá a surfar na Costa Rica; beberá champanhe direto da fonte na França e muito mais.

Serviço
100 Viagens Que Toda Mulher Precisa Fazer
Stephanie Elizondo Griest
Tradução: Camila Werner
304 páginas - R$ 44,90 (em média)
Editora Contexto

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O Cativeiro da Terra - José de Souza Martins


Esta é uma nova edição, cuidadosamente editada, revista e bastante ampliada de uma obra clássica. O Cativeiro da Terra foi revisitado por seu autor, José de Souza Martins, que incorporou novos textos, atualizou a discussão sobre as questões tratadas e, ainda, acrescentou um novo ensaio fotográfico. O livro conta com um palpitante prefácio elaborado especialmente para esta edição. O cativeiro da terra é a matriz estrutural e histórica da sociedade que somos hoje. Ele condenou a nossa modernidade e a nossa entrada no mundo capitalista a uma modalidade de coerção do trabalho. Aí encontramos a explicação de nossa lentidão histórica e a postergação da ascensão social dos condenados à servidão. Uma leitura emocionante, uma obra fundamental para todos os que, de fato, querem entender o Brasil.

Serviço
O Cativeiro da Terra
José de Souza Martins
288 páginas - R$ 39,90 (em média)
Editora Contexto

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

As melhores seleções brasileiras de todos os tempos - Milton Leite


No livro As melhores seleções brasileiras de todos os tempos, o narrador e apresentador Milton Leite elege as principais representantes das seleções brasileiras de futebol em Copas do Mundo. Considerando não só as vitórias, mas também a qualidade técnica, o jornalista nos apresenta o retrato de seis equipes marcantes para a história do esporte. O livro começa com o time de 1958 e a equipe bicampeã de 1962. Em seguida, retrata a seleção de 1970, a brilhante e eliminada formação de 1982 e o e tetracampeonato de 1994. Termina com o penta de 2002, equipe campeã depois de um amargo vice em 1998 e uma classificatória conturbada.

“A ideia do livro é reunir histórias e personagens das grandes campanhas nacionais no esporte mais popular do planeta. Mas quando o título começa por “melhor” ou “melhores”, é claro que a obra remete a escolhas, comparações”, explica o autor, que ouviu e entrevistou diversos craques, técnicos e especialistas no assunto. Uma constelação de gênios do futebol como Djalma Santos, Zagallo, Pelé, Tostão, Carlos Alberto Torres, Zico, Falcão, Júnior, Batista, Carlos Alberto Parreira, Bebeto, Mauro Silva, Cafu, Marcos e Ronaldo, concedeu entrevistas exclusivas ao autor.

Das seis seleções retratadas no livro, duas conseguiram unir o futebol bonito, de alta qualidade técnica, à conquista do título. As equipes de 1958 e de 1970 foram campeãs jogando um futebol irrepreensível – tanto que as duas sempre aparecem nas mais variadas enquetes sobre as principais equipes de todos os tempos. O time que venceu em 1962 era praticamente igual ao de 1958, mas, envelhecido, não teve o mesmo brilhantismo de quatro anos antes, como os próprios integrantes daquele grupo deixam claro no capítulo que trata da conquista no Chile.

No caso das duas últimas conquistas, 1994 e 2002, sofremos de forma igual nas eliminatórias e encontramos realidades distintas durante as Copas. Ambas saíram do Brasil desacreditadas. Uma conseguiu a taça com um futebol pragmático e pouco espetacular e a outra mostrou mais habilidade que o esperado no decorrer da competição. Os méritos delas estão na incrível superação, a união dos grupos dentro de campo e o de somar ao país os cinco títulos mundiais. Feito que nenhum outro país conseguiu até hoje.

No entanto, nem todo grande time consegue vencer, mesmo entrando para a história pela qualidade que apresenta em campo. A seleção de Telê Santana, derrotada na Espanha, tem um capítulo a ela dedicado – o que provavelmente será motivo de polêmica, já que para muitos torcedores e especialistas, time bom é o que vence. “No capítulo da Copa de 1982 entra em ação a minha memória afetiva, e um carinho particular por aquele grupo, que só aumentou durante a execução do trabalho”, justifica. Uma equipe que saiu do Brasil como grande favorita, fez uma campanha irretocável... até a derrota.

Terão sido essas, de fato, As melhores seleções brasileiras de todos os tempos? Isso cabe ao leitor decidir após conhecer os detalhes das seis campanhas. Afinal, quando se discute futebol, a polêmica sempre entra em jogo.
Milton Leite é jornalista profissional, tendo trabalhado nos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde. Como narrador esportivo, atuou durante dez anos na ESPN-Brasil e, desde 2005, é contratado do Sportv/TV Globo. Esteve nas Copas do Mundo de 1998 e 2006 e nas Olimpíadas de 2000, 2004 e 2008.

Serviço
As melhores seleções brasileiras de todos os tempos
Milton Leite
224 páginas - R$ 33,00 (em média)
Editora contexto

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O historiador e suas fontes


Como o pesquisador, na prática do seu oficio, pode trabalhar com fotografias, obras literárias, cartas, diários, discursos e pronunciamentos, testamentos, inventários, registros paroquiais e civis, processos criminais, materiais produzidos por órgãos de repressão ou mesmo com as inúmeras fontes do patrimônio cultural? Em O historiador e suas fontes, um grupo de historiadores experientes responde a essa questão, expondo um repertório variado de fontes interessantes e suas formas de utilização.

A obra mostra também por que certos documentos adquirem maior ou menor relevância ao longo do tempo e em que isso afeta a História e a memória. Fala ainda de como os debates historiográficos, ao sabor das tendências modernas e pós-modernas alteram o uso das fontes históricas e afetam o ofício do historiador. O historiador e suas fontes é, portanto, uma instigante discussão sobre teoria e prática da História.

Leia aqui a apresentação do livro

Serviço
O historiador e suas fontes
Organização: Carla Bassanezi Pinsky e Tania reginal de luca
336 páginas - R$ 45,00 (em média)
Editora Contexto

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Lançamentos de 2010 da Editora contexto

Algumas novidade para 2010 virão com a Copa do Mundo. A editora programou, a partir de fevereiro, mais sete livros sobre futebol, que irão se juntar aos dois recentemente publicados. O jogo começa com o jornalista e narrador esportivo Milton Leite, colocando em campo As melhores seleções brasileiras de todos os tempos. Logo depois As melhores seleções (estrangeiras) de todos os tempos, serão escaladas pelo jornalista e comentarista esportivo Mauro Beting. Em março chegam Os melhores camisas 10 do futebol brasileiro e Os melhores laterais do futebol brasileiro. Abril é o mês de conhecermos Os melhores volantes do futebol brasileiro. Em maio encerram a série Os melhores centroavantes do futebol brasileiro e Os melhores goleiros do futebol brasileiro. Eventuais (e pequenas) alterações nas datas serão comunicadas à mídia.

Fora das quatro linhas, a Contexto sairá em abril com a primeira Gramática do português brasileiro, obra que coroa a vida intelectual de um dos maiores linguistas que o Brasil já produziu. Pela primeira vez em 510 anos de presença portuguesa uma gramática rompe com o conceito de língua “emprestada” pela antiga metrópole e estabelece as bases de uma fala diferente, a brasileira. O trabalho de Ataliba Castilho está destinado a ser uma obra de referência para estudiosos e usuários do português brasileiro.

Antes ainda, em janeiro, publicaremos uma obra interessante para historiadores e interessados em história: Grandes personagens do Brasil, escrita por Fábio Pestana Ramos e Marcus Vinícius de Morais, retrata diversos homens e mulheres do Brasil colônia que ajudaram a construir essa nação. E, logo depois, uma importante contribuição à educação, o livro Educar na Infância, organizado pela educadora Gizele de Souza.

O ano terá muito mais! A coleção Povos e Civilizações descreve os nossos “patrícios” e hermanos em Os portugueses e Os argentinos. O historiador Peter Stearns faz uma brilhante síntese sobre a História da sexualidade. Phillipe Masson, autor francês e especialista em guerras mundiais, apresenta ao público brasileiro seu livro A Segunda Guerra Mundial, uma obra completa sobre os acontecimentos que mudaram a geografia do século XX. E ainda a esperada nova edição, ampliada (o dobro de páginas da edição anterior) e totalmente revista do clássico Cativeiro da terra, do sociólogo José de Souza Martins.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Política e liberdade na ilha




Yoani Sánchez escreve um dos blogs mais visitados do mundo, Generación Y, com vários milhões de acessos mensais, mas quase não consegue ser lida em Cuba, onde mora com seu marido Reinaldo Escobar e seu filho adolescente Teo. Quando eleita pela revista Time uma das mulheres mais influentes do mundo, ou quando recebeu o prêmio Ortega y Gasset, seus feitos não foram registrados, muito menos festejados pelo governo cubano. Mas ela não escreve sobre política.
De Cuba, com carinho é um belo livro que narra a vida cotidiana de quem vive na ilha, sofre com a decadência da economia cubana, mas ama seu país. Alguém que não deseja que conquistas obtidas nas últimas décadas sejam jogadas fora, mas acha que o regime envelheceu junto com seus dirigentes. E conta tudo isso em textos cheios de vida, humor e certo amargor, mas muita esperança.

Veja aqui a introdução do livro

Serviço
De Cuba, com carinho
Yoani Sánchez
Tradução: Benivaldo Araújo e Carlos Donato Petrolini Jr.
208 páginas - R$ 29,90 (em média)
Editora Contexto